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Quatro projetos de jovens parceiros do Sou da Paz foram aprovados no VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais da Prefeitura de São Paulo, e receberão uma verba de até R$ 18.600,00 para sua implementação. A relação dos projetos aprovados foi divulgada no Diário Oficial da Cidade do dia 26 de março.

O Xemalami, coletivo de jovens do Grajaú que mistura xadrez e hip-hop, teve seu projeto Xadrez Sem Muros aprovado. Eles são parceiros do Programa São Paulo em Paz em várias atividades no distrito. No Grajaú, os jovens e as entidades do coletivo Balaio Grajaú que edita o informativo bimestral Balaio Cultural, tiveram seu projeto aprovado.


Da Brasilândia, um grupo de jovens que passou por projetos do Sou da Paz para depois começar sua própria iniciativa, o Instituto Sala 5, teve seu projeto Revista Menisqüência! Quadrinhos, Cultura e Opinião aprovado. E para finalizar, Dj Bola, que também participou de projetos do Sou da Paz no distrito do Jardim Ângela teve o projeto Deejayiando uma Outra Vida aprovado.


O Sou da Paz incentiva e apóia iniciativas juvenis como estas por acreditar que o jovem, quando mobilizado e articulado, colabora com a transformação positiva de sua comunidade, e tem um papel central na redução da violência.

Conheça o projeto Xadrez sem muros

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O projeto Xadrez Sem Muros tem como objetivo utilizar a prática do xadrez integrada aos elementos do Hip-Hop, como ferramenta para refletir com moradores de quatro bairros do Grajaú conceitos de convivência, cooperação, competição, respeito pelo saber do outro e atitudes éticas. Serão 16 eventos, todos contemplando o Xadrez - com oficinas para iniciantes e para iniciados - e um dos quatro elementos da cultura Hip-Hop: Grafitti, Break, Dj e Mc.

Conheça A Banca

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O Projeto da A Banca visa ‘Realizar atividades culturais e sociais nas comunidades que promovam oportunidades de socialização, diversão e renda aos envolvidos. Contribuindo para a diminuição da violência na periferia e o resgate de seu espaço-social’. DJ Bola lembra a importância da passagem pelo Cenafoco: “Foi durante o Cenafoco que eu aprendi a escrever um projeto, a captar recursos. Mas de lá até ter o projeto aprovado pela Artemísia foi uma longa caminhada. Alguns anos atrás chegamos, sem sucesso, a inscrever por duas vezes A Banca no VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais da Prefeitura de São Paulo”, lembra Bola.

 

Sobre as expectativas para 2008, Bola é categórico: “Agora é mão na massa! Precisamos nos tornar juridicamente uma empresa, para facilitar alguns contatos, trâmites, e contratos. E pretendemos começar a executar nosso plano de negócios logo”.

 

Conheça o trabalho do Voz da Periferia!

 

 

 

 

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