A aposta nos jovens

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Desde o ano 2000, o Instituto Sou da Paz desenvolve projetos voltados para os jovens moradores da periferia de São Paulo. Em linhas gerais, estes projetos apostam no protagonismo dos jovens e pretendem fortalecer sua atuação como lideranças na comunidade.

 

Este trabalho começou com o projeto Grêmio em Forma. Para saber mais sobre esta iniciativa, clique aqui!

 

Também no ano 2000, o Instituto Sou da Paz começou a implementar dois outros projetos voltados para a juventude: o Observatório de Direitos Humanos e o Cenafoco (Centro Nacional de Formação Comunitária).

Direito ao emprego no Jardim Jacira

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Como conseguir trabalho sem ter experiência e qualificação ou sendo jovem demais? Luciana Silva e Cléia Barbosa, a dupla de observadoras do Jardim Jacira (bairro de Itapecirica da Serra que faz divisa com São Paulo) foram atrás de instituições que promovem cursos profissionalizantes, projetos de complementação de renda e estágios remunerados no bairro.

 

“O que eu mais queria era gritar para as pessoas que elas têm direitos e deveres e que existe a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que pode ajudar”, diz Luciana.

Combate à violência no Jardim Ângela

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Viviane do Nascimento, Marcileide e Marli da Silva andaram pela Chácara Bandeirantes, Jardim Horizonte Azul e Jardim Vera Cruz, bairros do Jardim Ângela. O que aflige os moradores é o alto índice de homicídios, a truculência dos policiais, as agressões às mulheres.

 

As meninas descobriram serviços de assistência às vítimas, creches e cursos profissionalizantes para jovens que estão em liberdade assistida.

Cultura e lazer no Jardim Comercial

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Roberto Camargo, Rui Machado e Rogério Campos, os jovens observadores do Jardim Comercial (bairro do distrito do Capão Redondo), gostam de esportes e atividades culturais, mas sentem falta de quadras esportivas, parques, bibliotecas e cinemas na região. Eles descobriram associações comunitárias que têm atividades recreativas, cursos de música, futebol e Telecurso 2000.

 

“Em um dos debates que tivemos com jovens da comunidade, pude ver que ainda existe uma visão para o futuro”, diz Roberto.

Educação em Heliópolis

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Na maior favela de São Paulo, os jovens de até 21 anos são quase metade da população. Valteir Pereira, Priscila Inácio e Daniela Sabino, os observadores de Heliópolis, entrevistaram estudantes, líderes comunitários e professores sobre o direito à educação.

 

“O maior desafio da escola e do professor é implantar uma escola que tenha qualidade e onde o aluno sinta o prazer de vir”, afirmou o diretor da Escola Municipal Presidente Campos Salles.

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